O Gre-Nal dos 5×0 MORAL

Despedida de Everton Cebolinha com taça de campeão e muita festa
Despedida de Everton Cebolinha com taça de campeão e muita festa

Desta vez não foi 5×0, mas era pra ter sido. Podia ter sido. Quase foi!

A torcida e imprensa adversária estão condenando a má atuação do Inter. Estão errados!! Não foi o Inter que jogou mal. Foi o Grêmio que foi fantástico. Fizemos uma partida quase perfeita! O mais modesto jogador gremista SÓ esteve abaixo de Lomba, o grande nome colorado. Todos os demais azuis estiveram acima de qualquer outro adversário. Senão, vejamos: o que dizer de nossa dupla de zaga? Geromel e Kannemman foram impecáveis!! Tiraram todas, não perderam uma bola sequer!! Soberanos, invazáveis!! Pouco deixaram para Vanderlei fazer. As laterais foram eficientes. Orejuella gastou!! JP foi modesto, Matheusinho gigante!! Maicon? Meu Deus, capita!! Foste acima da tua média!!

Alisson, muito esforçado e combativo.
E Diego?? O velhinho estava na área, voltava pra armar… e fez tabelinha de cabeça dentro da área! Que visão do vovô!!

E Cebolinha? Por favor!! Achei que os pobres garçons não estavam trabalhando em época de pandemia, mas cebola serviu como tem servido em todos os jogos. Que baita despedida!!
E Isaque teve o melhor dos batismos. Baita gol!!!

Fomos melhores quase o jogo todo. Até o primeiro gol e do segundo até o final. E depois do segundo gol, podíamos ter feito pelo menos uns dois a mais. E com alguns perdidos no primeiro tempo, afirmo que saiu barato a Vitória.

Todo o cenário remetia aos 5×0. Depois do segundo gol, o Inter se abateu. Morreu completamente. Se foi a vontade, se foi a técnica, se foi a soga com o boi. Tivéssemos mais tranquilidade, e os 5×0 teriam vindos ao natural.

Vencemos com baile! Campeões do turno, jogo de encher os olhos, lavar a alma. Manutenção da soberania tricolor de muitos anos no sul do mundo.

Na real, foi 5×0. SÓ que de dois gols…