Grêmio Vence o Gre-Nal 425 com Ajuda do Ombro Amigo de Moises

Gre-Nal 425 decidido no detalhe

Depois de 4 meses sem futebol , devido a pandemia do COVID-19, ontem foi o grande dia do Gre-Nal  425.

Um jogo não tão brilhante, que podemos dar um desconto por ser o primeiro jogo depois de 4 meses de treino, mas que podemos dizer que foi digno de um clássico Gre-Nal.

Grandes jogadas, lances de gol, pênalti e gol de ombro amigo.

O Internacional no Gre-Nal 425

O Internacional começou o Gre-Nal muito superior ao Grêmio, pressionando muito e forçando o erro de passe gremista.

Teve algumas chances de gol com Paolo Guerrero e Gabriel Boschilia, mas pararam nas mãos do experiente Vanderlei.

Um dos destaques no lado colorado foi Marcelo Lomba, um dois melhores pegadores de pênalti do Brasil.

Marcelo Lomba, um dois melhores pegadores de pênalti do Brasil.
Marcelo Lomba, um dois melhores pegadores de pênalti do Brasil.

Parou Diego Souza e Everton como se fosse um jogo treino, sua calma e frieza traz muita tranquilidade aos jogadores do Inter, não teve culpa nenhuma no lance do gol e foi um dos melhores jogadores da partida.

O segundo tempo para o internacional somente começou no final quando estava jogando contra o placar, conseguiu impor pressão com as jogadas pessoais de Patrick e Edenilson.

O Grêmio no Gre-Nal 425

O Grêmio começou o jogo errando muitos passes.

Depois de 4 meses treinando, a quantidade de passes errados foi impressionante, geralmente treinos sevem para melhorar e errar menos,  mas no caso do Grêmio parece que  treinaram 4 meses focando nos erros de passe.

Diego Sousa, quem diria, depois de testar positivo para o Covid-19 e voltar de uma quarentena, entrou em campo com um folego impressionante, corria o tempo todo colocando pressão na saída de bola colorada, ficou cara a cara com Marcelo Lomba, mas pecou na finalização.

Matheus Henrique que geralmente tem um passe refinado perdeu a bola e quase deu um gol de bandeja para o internacional.

O Grêmio teve um pênalti a favor, o batedor oficial geralmente é Diego Souza, mas ontem Renato quis fazer uma experiência com Everton que não surtiu efeito.

No segundo tempo, Jean Pyerre um exímio cobrador de faltas que no primeiro tempo cobrou raspando o travessão superior desta vez não desperdiçou e contou com a ajuda do ombro amigo de Moises convertendo para o único gol da partida.

A pergunta que fica… Será que se o jogo fosse no Beira-Rio seria diferente?